As 36 cidades que fazem divisa receberam reforços
A Polícia Militar deflagrou, no início da manhã desta quinta-feira (25), uma operação de reforço nas 36 cidades que fazem divisa com o Estado do Rio Grande do Norte, com o objetivo de impedir a entrada na Paraíba dos presos que fugiram, durante a madrugada, da Penitenciária Estadual de Parnamirim, na Grande Natal.A PM paraibana já montou vários pontos de bloqueio nas cidades e intensificou as abordagens em veículos que vêm do Estado vizinho, já que, segundo a direção do presídio, pelo menos dois veículos deram apoio resgatando os presos.
O serviço de inteligência também está atuando para colher informações sobre a presença de pessoas suspeitas nos municípios, para que o policiamento realize a abordagem e confirme de que não se tratam de um dos detentos que fugiram em Parnamirim.
O comando da Polícia Militar está enviando as tropas especiais para apoiar as ações nas divisas, inclusive com o Grupamento Especializado de Operações em Área de Caatinga (GEOsAC) pronto para realizar buscas em áreas de vegetação que possam ser usadas como rota de fuga. O mesmo esquema de segurança foi adotado todas as vezes em que foram registradas fugas ou rebeliões nos presídios dos Estados vizinhos.
Maior fuga da história do RN
A maior fuga de prisão da história do Rio Grande do Norte aconteceu nesta madrugada (25). Escaparam 82 detentos, escavando um túnel na Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP). Outros nove homens foram detidos antes de conseguir fugir.
O túnel tinha extensão de 30 metros e foi escavado de dentro do pavilhão 1 até a parte de fora do segundo muro da penitenciária, segundo a Secretaria de Justiça e da Cidadania (Sejuc) do Rio Grande do Norte. Uniformes usados no presídio – calções azuis e blusas brancas – foram largados perto da saída do túnel.
A Penitenciária de Parnamirim fica no município de mesmo nome, na região metropolitana de Natal. De acordo com a Sejuc, ela está superlotada: apesar da capacidade para 382 presos em dois pavilhões, abrigava 589 detentos.
Assim como a Penitenciária de Alcaçuz, onde ocorreu um massacre de 26 mortos e um motim de 14 dias neste ano, não existem grades nas celas desde 2015, o que permite que a população carcerária circule livremente pelos pavilhões. As grades foram arrancadas pelos presos em 2015, em uma rebelião. Até agora, a fuga de 56 detentos ocorrida durante o motim de janeiro em Alcaçuz havia sido a maior da história do estado.
A Sejuc informou que um dos pavilhões já foi esvaziado para reforma e colocação das grades, e que abriu sindicância para investigar as circunstâncias da fuga. O efetivo da penitenciária também foi reforçado com agentes do Grupo de Operações Especiais (GOE), ligado à secretaria.
O presidente da
República, Michel Temer, decretou uma ação de garantia de lei e da ordem
em Brasília, declarou o ministro da Defesa, Raul Jungmann. Tropas
federais já se encontram no Palácio do Planalto e no Palácio Itamaraty,
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